quarta-feira, 30 de março de 2011

De longe.

O Rio Grande eu cruzei,
A trote e galope,
Por sorte te encontrei,
Antes do último golpe.
''
De longe eu venho,
Por um velho caminho,
Plata não tenho,
Pero te prometo carinho.


segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

"Pra um amigo"



Hay quen habla ,
De las tries terras,
Tries terras nativas,
Sin fronteras.
"
Radio Campo Aberto,
Tiene por nombre.
Hecha por hombres,
Que viven el campo.
"
Habla de la ciudad,
Habla del Pampa,
No tiene partido,
Y atende a todos los pedidos.
"
(Uma divida que eu já deveria ter pago para um grande amigo, "tarde pero hecho")

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Rancho Novo

Ando meio ocupado,
Sem tempo pra payar.
Tenho muito trabalhado,
Estou cansado de tropiar.
"
Talvez agora pare,
Levante um rancho novo,
E um potro eu agarre,
Pra criar querencia de novo.
"
Se a morocha quiser,
Comigo vem morar,
E o pingo pode trazer,
Pois pra ela vou domar.

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Tropero.

Me gusta los campos ganaderos,
Me gusta su inspiración.
Soy un simple tropero,
Que hace alguna canción.
'
Trago en los aperos,
Caña, carne y fumo,
Y algun sueño campero,
De conocer otro rumo.
'
Tengo la vida simple.
En el corpo muchas "dores".
Conozco pocos timbres,
Pra retratar los corredores.

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Esquila.


Hay quem chame de tosquia,
Na minha terra é esquila.
É a arte de lidar com o rebanho,
Que se repete de ano em ano.
'
No inicio era feita a martelo,
Há quem diga que se esquilava por goiabada ou marmelo.
É antiga, pero ainda existe,
Mas poucos esquiladores "persiste".
'
Depois veio a tradicional,
Que o próprio nome já diz,
Não é muito racional.
Mas é a que mais fiz.
'
Hoje tem a Castelhana,
Que é a mesma Australiana.
O animal não se maneia,
Se judia menos da "oveia".
'
O objetivo é sempre igual,
A lida é que melhorou.
Hoje se usa a Oriental,
Que na Austrália se criou.


sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Me vou.


Por conhecer a vida,
Depois de vinte anos,
Abandono o sonho,
De viver nas pradarias.
'
O loco tem que aprender,
Quer alem de domar,
A vida nos força saber,
Que tambem podemos sonhar.
'
Por isto patrão, me vou.
Eu quero estudar,
Não sei que bicho me picou,
Mas sei que um dia hei de voltar.
'
Troco o campo pela cidade,
O pingo por esperança de amor.
Sei que sentirei saudade,
Mas quem sabe nao me firmo como payador.
'
Se um dia no galpão,
No rádio tu me "escutar",
Pode carnear um capão,
Que vou estar por chegar.

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

"Os dia nas estância"

A madrugada vai batendo na porteira,
A peonada já saindo do galpão,
E a cavalhada relincha na mangueira
Enquanto o gado berra lá perto do capão.
''
"Vamo" saindo pra busca a cavalhada,
E segue atrás o cusco velho parceiro.
A tordilha é o capataz quem embuçala,
E sai na frente chamando os "campeiro".
''
Assim começava os "dia" nas "estancia",
Se "trabalhava" pela boia e a gauchada,
Não se sentia as léguas e "distância",
Que os separava dos abraço da amada.